Sensores instalados no perímetro acompanham o ruído 24/7 e disparam alerta antes do limite ser ultrapassado. Você reage a tempo — e tem o histórico para mostrar diligência a vizinhos, síndicos e à fiscalização.
Numa obra urbana o ruído varia o dia inteiro — demolição, bate-estaca, serra, caçamba. Sem acompanhamento, o primeiro sinal de problema costuma ser a denúncia. E aí já é embargo, multa e desgaste de imagem.
Denúncia na prefeitura, fiscalização do PSIU e auto de infração. O custo real não é o ruído — é a obra parada e o cronograma estourado.
Vizinhos e síndicos sem informação assumem o pior. Falta uma evidência objetiva para mediar o conflito e baixar a tensão.
Sem saber quando e onde o ruído passa do limite, não dá para ajustar o horário das tarefas críticas nem priorizar a mitigação.
Sensores sem fio nos limites da obra medem o ruído de forma contínua. Os dados vão para um painel — e quando o nível se aproxima do limite da zona, o responsável recebe o alerta. Antes da denúncia.
Os dados viram relatório: nível por sensor, perfil hora a hora e registro de cada excesso. Um documento objetivo para apresentar a vizinhos, síndicos, prefeitura e ministério público — e demonstrar a diligência da incorporadora.
dB(A) de cada sensor, com perfil contínuo ao longo do dia e por fase da obra.
Cada ultrapassagem fica gravada com data e hora — rastreável e auditável.
Documento pronto para anexar a respostas a denúncias e a condicionantes do empreendimento.
Mostra que a obra acompanha o próprio ruído e age sobre ele — o que muda a conversa.
Caixa robusta para ambiente de obra, microfone protegido e montagem afastada das paredes para uma leitura fiel. O nó certo para cada frente.
Solução enxuta para a divisa mais sensível — a face da obra mais próxima dos vizinhos.
Para frentes maiores e análise multiponto — leitura de alta precisão em torno do nó.
São duas camadas com papéis diferentes. Saber qual vale para cada situação é o que protege a obra — e evita usar a ferramenta errada na hora errada.
Triagem contínua em tempo real. Torna o ruído visível, gera histórico para a gestão da obra e dá base objetiva ao diálogo com a vizinhança. É indicativa — não é medição com validade legal e não substitui o laudo.
Quando a conformidade precisa de validade legal — auto de infração, ação judicial, exigência da prefeitura — a medição é feita com sonômetro Classe 1 calibrado e laudo assinado por engenheiro acústico (ART/CREA), conforme a NBR 10151.
Não. Os sensores são indicativos: acompanham, alertam e registram o ruído de forma contínua e acessível. A comprovação com validade legal — para fiscalização, auto de infração ou ação — é feita com sonômetro Classe 1 calibrado e laudo assinado com ART/CREA. O monitoramento mostra o problema em tempo real; o laudo formal comprova.
Depende do endereço. A NBR 10151:2019 define limites por tipo de zona (estritamente residencial, mista, etc.) e o município pode ter legislação própria — em São Paulo, a Lei do PSIU. O sistema é configurado com o limite aplicável ao local, e o alerta dispara em relação a esse valor. Não existe um número único universal.
Não. Os sensores são sem fio e ficam no perímetro, sem interferir nas frentes de serviço. A instalação é rápida e a operação é autônoma.
Para demonstrar diligência. Diante de uma denúncia, a incorporadora apresenta um registro objetivo do comportamento acústico da obra ao longo do tempo — o que muda a conversa com vizinhos, síndicos, prefeitura e ministério público, e ajuda a evitar a escalada para embargo.
Sim. Além do monitoramento, a Omni faz a medição certificada (Classe 1, ART/CREA) e projeta a mitigação — barreiras acústicas, reprogramação de tarefas, enclausuramento de equipamentos. Do acompanhamento à solução.
Conte onde fica a obra e a fase atual. Avaliamos o cenário e enviamos uma proposta de monitoramento — o caminho mais barato para evitar embargo e conflito com a vizinhança.